120 anos da Consagração de nosso Pai e Fundador

Em 12 de abril de 1894, portanto, a exatamente 120 anos uma acontecimento muito importante marcaria a vida do Padre José Kentenich. Sua mãe o consagra à Maria e ele próprio, como menino de oito anos de idade (completaria nove anos em novembro) assume este ato entregando-se inteiramente nas mãos da Mãe de Deus.

Essa consagração passou a ser o segredo de sua força e uma experiência que ele desejava transmitir aos outros. No livro “Os anos ocultos”, de Dorthea M. Chlickmann, pode-se ler o significado dessa consagração. Deixemos que o próprio Padre Kentenich nos conte:

“Há alguns anos, vi na capela de um orfanato uma estátua da Mãe de Deus que tinha ao pescoço uma correntinha e uma cruz douradas. A correntinha e a cruz eram a recordação de primeira comunhão de uma mãe, que se viu forçada a colocar seu único filho num orfanato, devido a uma situação familiar adversa. Não lhe era possível continuar a cuidar de sue filho como mãe. O que podia, então, fazer, na angústia do seu coração e dos seus cuidados? [pullquote_left]Toma a única recordação de valor de sua infância, a sua lembrança de primeira comunhão, e coloca-a ao pescoço da Mãe de Deus, com o pedido instante: educa meu filho! Sê-lhe inteiramente mãe! Cumpre no meu lugar os deveres de mãe![/pullquote_left]” (Conferência de 3 de maio de 1914)

Entendemos um pouco mais a importância desse acontecimento ao lermos as palavras que ele disse ao completar 25 anos de sacerdócio:

[quote]“Ela (Maria) formou-me e educou-me pessoalmente a partir dos meus nove anos. Olhando o passado, posso dizer: não conheço ninguém que tivesse uma influência mais profunda sobre o meu desenvolvimento. (…) Se alguma vez me tivesse vinculado pessoalmente a alguém, hoje não poderia dizer com tanta segurança que a minha educação é exclusivamente obra da Mãe de Deus, sem qualquer influência humana mais profunda. Sei que estou dizendo muito com isto”[/quote] (conferência de 11 de agosto de 1939).

Essa vivência fundamental de sua vida vai desdobrar-se mais tarde na Aliança de Amor. Ele próprio vivenciava profundamente o que ensinou à sua Família de Schoenstatt, isto é, que Maria é verdadeiramente nossa Mãe!

Por isso, hoje dizemos ao nosso Pai como Família de Schoenstatt internacional:

TUA ALIANÇA – NOSSA MISSÃO!

Ir. M. Rosangela – Assessora da Jufem Regional Sul

REFERÊNCIA

SCHLICKMANN, Dorthea M. Os anos ocultos. Sociedade Mãe e Rainha, Santa Maria – 2008.

1 Comentário em "120 anos da Consagração de nosso Pai e Fundador"

  1. Lindo!!

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