Apóstolas entram em férias

“Vou sentir saudade…”, assim se expressou uma Apóstola de Maria, no dia 26 de novembro, ao participar do encerramento das atividades do ano de 2011, junto ao Santuário Tabor de Santa Maria/RS.

Cada equipe de dirigentes preparou, com sua turma, um momento de reflexão sobre o tempo do advento e do Natal, seguido de uma recreação e lanche de confraternização.

Algumas Apóstolas de Maria, que também recebem catequese em preparação para a Primeira Eucaristia nos encontros das Apóstolas, expressaram sua gratidão pelas vivências que tiveram durante o ano:

“Vou sentir falta das brincadeiras, das amigas, da Jéssica (dirigente) e principalmente das coisas boas que fizemos. Obrigada!” Any Rita Azzy Spencez, 9 anos

“Eu gostei de todas as coisas. E quero que todas as minhas colegas continuem na catequese porque está muito legal”. Daniela Brambila Ziemann, 9 anos

“Ser Apóstola é usar as lentes de Schoenstatt para enxergar a luz que vem de Deus”. Ana Lívia Santini e Michele Fim, 11 anos

“Gostamos de tudo! Vamos sentir falta de tudo, até do retiro, do passeio e das colegas já estamos sentindo falta”. (Giovana Padoim Brutti,  10 anos, Manoella Éllide Aita Momolli, 10 anos, Maria Eduarda Senna Silveira, 11 anos)

Também as dirigentes deixaram seu testemunho:

“Chegando ao fim das atividades, recordo-me do meu nervosismo inicial, do meu medo de transmitir às apóstolas algo errado… Mas, pelo intermédio de Maria consegui transmitir-lhes o amor que tenho por Schoenstatt”. Dirigente: Ana Laura Santini, 14 anos

“Ser dirigente das apóstolas é ser desprendida de si mesma, amar desinteressadamente. É ser um instrumento pequeno da Mãe de Deus, para que ela nos dê a sua luz, fazendo com que testemunhemos isto para as apóstolas. O nosso Pai e Fundador nos dá fogo para que possamos incendiar e abrasar o mundo. Ser uma luz que não se apaga! Ser Dirigente das apóstolas é simplesmente AMAR!” Paula Thais Vogt, 17 anos

“Ser dirigente é ser um instrumento nas mãos da Mãe, para que por meio de minha pequenez ela possa transmitir a sua luz. Ser dirigente é ser uma filha que ama muito a sua Mãe, que quer ajudá-la a levar seu amor a outros”. Jéssica Dombrowisk, 16 anos

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