De mãos dadas com o Pai e Fundador!

Querida Jufem, sou a Camila e pertenço a Jufem do Jaraguá. Nasci no Movimento de Schoenstatt por meus pais serem do Instituto de Famílias, com 11 anos entrei nas Apóstolas e, a partir daí, me dediquei a pertencer ao canteiro de lírios da Mãe de Deus, cresci aprendendo sobre a história do Movimento, sobre as maravilhas que o Padre Kentenich fez. A cada ensinamento me apaixonava cada vez mais por esse mundo, mas mesmo com tudo isso não conseguia ver o Fundador como Pai.

No começo do ano passado, recebi um convite muito especial, passar dois meses em Schoenstatt, fiquei durante meses pensando e agradecendo muito por essa oportunidade, mas com um pouco de insegurança em relação ao meu futuro, pois no meio do ano me formaria na faculdade e em seguida iria trabalhar, e ficar dois meses em outro país não me ajudaria muito a começar a minha carreira como recém-formada, pois estava muito ansiosa para que isso acontecesse.

Com tantos pensamentos em minha cabeça, o que me restava fazer era intensificar minha contribuição ao Capital de Graças, rezando e pedindo a intercessão do Padre Kentenich, para que me ajudasse nessa escolha. Até que decidi viver uma aventura em outro país, com meninas de diversos lugares. Chegando nesse lugar de graças, percebi como eu era amada por Deus, que não merecia tudo o que estava me acontecendo. Quando me perguntam o que mais me marcou nessa viagem eu respondo: foram as pessoas que conheci lá, cada anjo enviado por Deus.

Quando encontrávamos as pessoas que tiveram contato com o Padre Kentenich, era lindo de ver a forma com que elas falavam dele, a forma que ele se fazia presente, como Pai para elas, a alegria de ter apertado a mão desse filho de Deus, por ele ter abençoado um terço, uma conversa… Era unânime o brilho que havia no coração de cada indivíduo que dava um testemunho. A forma com que o Padre Kentenich tratava cada um como único, o carinho e o conforto que ele dava às pessoas, tudo era lindo!

E depois de ver e sentir como o Padre Kentenich era especial para eles, eu também pude ver a figura dele como Pai, mais que isso, pude perceber que eu sempre fui uma filha amada por ele, então decidi fazer minha aliança filial. O símbolo que escolhi para representar minha aliança tem o sentido de que agora, com a maior certeza possível, sou filha amada do Pai, e nunca fez tanto sentido a frase: “Conhecê-lo é ama-lo”, pois quando realmente conheci quem era o Pai e Fundador pude perceber a figura que ele sempre representou em minha vida, um verdadeiro Pai.

E após essa viagem pude perceber que o Pai continua intercedendo por mim, e que ele sempre irá me educar, mas para que isso aconteça, eu preciso estar disponível para que ele realmente me eduque e eu darei a certeza de que sempre andarei de mãos dadas com o Pai.

Camila Carlos Moreira, pertence à Jufem do Jaraguá

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