E para você, o que é ser Jufem?

Tantas vezes nos alegramos e afirmamos “sou Jufem”, mas quantas vezes paramos para refletir verdadeiramente o que é “ser Jufem”?

“Ser Jufem é ser LÍRIO DO PAI, TABOR PARA O MUNDO” – Você pode me dizer. Todas nós podemos concordar com isso. Somos Jufem porque assumimos esse ideal. Mas o que significa o nosso ideal? O que é ser um Lírio do Pai?
Não nos basta falar superficialmente do que é ser Lírio do Pai, não nos basta falar superficialmente sobre a pureza. Como Jufem, devemos entender e vivenciar profundamente cada detalhe de nosso ideal. Pensando assim, a Jufem Jaraguá resgatou um de seus tradicionais encontros, a “Escola da Pequena Maria”, dessa vez sobre um tema muito importante, “A riqueza de ser Mulher”.
No dia 19 de junho de 2016, à sombra de nosso Santuário Sião, no Jaraguá, tivemos a graça de testemunhar momentos de partilha e espiritualidade, preparados e ministrados pelo 7° Curso do Instituto de Famílias de Schoenstatt. Nesse dia, pudemos experimentar a presença e o atuar do Espírito Santo, nas palavras e no agir do casal Ronaldo e Adriana Cominato. Seus testemunhos sobre A MISSÃO DA MULHER NOS DIAS DE HOJE, sobre a CASTIDADE, e sobre OS DESAFIOS DA MULHER ATUAL enriqueceram muito à nossa juventude, esclareceram temas importantes e aumentaram nosso anseio em viver verdadeiramente o nosso tão rico e sublime ideal.

“Em tempos de tantas ideologias sendo formadas e firmadas, a Escola da Pequena Maria me deu a formação para me posicionar como mulher na sociedade atual. Pude aprender muito, e reconhecer ainda mais os valores femininos, que hoje estão sendo perdidos. Foi um grande aprendizado e de extrema importância para todas nós, mulheres católicas, que temos a finalidade de preservar a feminilidade e a delicadeza do nosso ser. E principalmente não deixarmos esquecer a essência da família e da nossa importância dentro dela. Amei cada momento!” – Testemunhou Bianca Nering.

“Schoenstatt sempre fez parte da minha vida!! A cada fase isso se torna mais e mais evidente! Na espiritualidade, mas também em atos concretos de meu dia a dia. Quando pequena, sempre fui muito tímida… Quem me conhece sabe que essa minha fase já acabou, devo isso a Schoenstatt!! Com aproximadamente 14 anos assumi um grupo de Apóstolas e comecei a aprender o que era ter responsabilidade, a ser proativa e responsável. Aprendi a lidar com adultos e, ao mesmo tempo, com crianças e levei isso para minha vida profissional. Também fui vice-dirigente de ramo e isso me ajudou a desenvolver meu lado administrador (rsrs), espírito de liderança, além da fé prática na Divina Providência, a lidar com situações de conflitos e tomadas de decisão. Sempre em sintonia com a fé e a confiança, com muitas entregas ao Capital de Graças… Hoje, em uma nova fase de minha vida, não podia ser diferente! Todos que acabam a faculdade pensam: “E agora? O que farei?” Com planos para casamento, a ficha vai caindo ainda mais. “Como será o orçamento se quiser construir uma casa, uma família…? Como mulher, que sonha em ter filhos, como vou conciliar com minha vida profissional?” Afinal, batalhei tanto para alcançar minha formação. E mais uma vez, ao entregar estas dúvidas à Mãe, Ela cuidou perfeitamente! Quão enriquecedor foi a escola da Pequena Maria. Adriana e Ronaldo Cominato, instrumentos da MTA, puderam dar seu testemunho e compartilhar seu conhecimento conosco! Mostrar que, acima de tudo, a fé é um grande segredo para formar uma família! Discutimos a posição da mulher na sociedade, nossa sociedade tem cobrado muito da mulher e camuflado sua verdadeira essência. Por que temos que ser iguais, quando na verdade somos diferentes? Uma sociedade em que ser mulher, ser feminina é um grande desafio! Na escola da pequena Maria pude ver o quão nobre é ser mulher! Homens e mulheres somos, sim, diferentes, “graça a Deus”(rs). Posso dizer que pude me sentir mais aliviada, pude compartilhar o meu sentimento e vi que todas essas dúvidas, incertezas e inseguranças fazem parte desta fase. A popularidade do discurso feminista, tantas vezes incoerente, começa a nos convencer de que temos que ser iguais, por isso momentos como esses dentro da JUFEM são tão importantes, para fortificar nosso ideal. Eles nos dão forças para não cairmos no discurso da massa. Ajudam-nos a lembrar a nobreza que é ser mulher. Foi um momento muito rico, que nos encorajou a pensar um pouco mais para frente, nos preparar para nosso futuro, como mulheres, profissionais, schoenstattianas! Foi um momento lindo e enriquecedor, o qual sem dúvidas me ajudará em mais esta fase de minha vida! E usando as palavras de nosso Pai Fundador, deixo um resumo do que trago e renovo de mais forte deste encontro:
“Mais do que nunca, devemos agora aprender e ensinar a arte de nadar contra a corrente, apesar de toda a nossa vontade de acompanhar o tempo (…). Cada vez se torna mais importante a educação da consciência, para torná-la diretamente norma obrigatória da vida e da ação. Mais do que antes, o que importa agora é educar-se a si mesmo e a outros no sentido da conquista da verdadeira liberdade dos filhos de Deus. Quer dizer, educar a capacidade e disposição de decidir por si mesmo, responsável e conscientemente, no sentido de Deus e de levar a cabo essa decisão de forma consequente e corajosa, apesar de todos os obstáculos que se apresentem no caminho.” PJK – Completou Ana Maria Carlos Moreira.

Agradecemos imensamente à Família Cominato, e também ao casal Daniel e Miriam Bueno, que fizeram uma participação muito especial, falando sobre o tema da Castidade. Vocês estarão sempre em nossas orações, marcados para sempre na história da Jufem Jaraguá!!

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