Irmã M. Emilie Engel

Ideal pessoal: Sim Pai

Data de nascimento: 06 de fevereiro de 1893
Volta ao lar eterno: 20 de novembro de 1955

Emílie nasceu em uma família com costumes e princípios cristãos. Aos 14 anos decide tornar-se professora e, apesar das dificuldades econômicas de sua família, com 15 anos ingressa em um internato. Destacava-se entre as alunas pela sua bondade e amor para com todos.

Foi realizando uma obra de caridade (conseguindo um emprego para um menino órfão), que Emílie descobriu Schoenstatt e foi convidada a conhecer a União Feminina. Mas, como acontece com muitas, de início não aceitou o convite, mas não demorou muito e resolveu participar de uma jornada para mulheres. A experiência que teve com a jornada foi tão profunda que a impulsionou a ingressar na União. Com as palestras do padre Kentenich, seus conselhos e as vivências nas jornadas, ela ganhava novas forças para suas atividades.

Na União e com seu diretor espiritual, que era apenas sete anos mais velho que ela, aprendeu a conhecer e vivenciar um Deus que é Pai. Quanto mais descobria suas limitações e fraquezas, pela autoeducação, mais encontrava o amor misericordioso do Pai. Assim, aprendeu a ver a vontade de Deus e dizer sempre: Sim Pai, nas mínimas situações do dia, vivendo do atuar da divina providência.

Schoenstatt torna-se cada vez mais seu lar, ao passo que chega à conclusão de dedicar-se totalmente à União. Deixou seu trabalho como professora, depois de 12 anos de experiência, mudando-se para Schoenstatt. Assim, aquelas que se decidiram para entregar tudo pela União, constituíram o Instituto das Irmãs de Maria de Schoenstatt.

Nas dificuldades que vieram depois, especialmente com sua doença, descobriu que o caminho da santidade estava em ser filha diante de Deus Pai e seu diretor espiritual,  Pe. Kentenich. Ir. M. Emilie sofria de tuberculose e, por muitos anos, teve que ficar afastada da comunidade, em clínicas de reabilitação. Passou por algumas cirurgias onde foram retiradas algumas costelas, deixando-a bem limitada.

No início é aparente seu sofrimento, mas depois ela descobre que pode tudo oferecer ao Capital de Graças, assim, durante o tempo em que o Pai Fundador esteve no campo de concentração de Dachau, ela era o grande apoio para a Família das Irmãs e penhor por sua libertação, através de suas contribuições ao Capital de Graças. Procurava causar alegria a todos e sempre tinha um sorriso no rosto. Não desperdiçava nenhuma oportunidade para dizer Sim e crescer no espírito de sacrifício e na filialidade perante o Pai.

Depois de muito sofrimento, que Ir. M. Emílie enfrentou com alegria e confiança filial, faleceu no dia 20 de novembro de 1955. Que ela nos impulsione e dizer sempre: Sim Pai!