Padre Máximo Trevisan

Ideal Pessoal: Vítima Perfeita do Pai e da Mãe

Data de Nascimento: 20/10/1911
Data de Falecimento: 13/12/1959

Filho de Domingos Trevisan e Amália Menapace, padre Máximo nasceu no dia 20 de outubro de 1911, em Silveira Martins (RS), e foi o penúltimo dos 11 filhos do casal. Vindo de uma família de imigrantes italianos e católicos praticantes, dos irmão Trevisan saíram três sacerdotes, dentre eles o padre Celestino, que também compõe o quadro de herois de Schoenstatt, e três religiosas. Dirigiu-se ao Seminário Diocesano de Santa Maria, optando pela comunidade dos Padres Pallottinos. Em Roma, cursou seus estudos superiores na Universidade Gregoriana, ordenando-se sacerdote em 4 de julho de 1937. Durante o período em que viveu na Europa conheceu o carisma de Schoenstatt, e isso o convenceu profundamente de uma realidade: a Mãe de Deus abria em Schoenstatt uma porta, uma possibilidade, para a realização total da Obra, da missão carismática de Palloti; o novo Movimento seria seu aliado na concretização do carisma que se propusera.

Padre Máximo trouxe consigo a idéia de criar um novo Schoenstatt no Brasil, e muito se empenhou por isso. Em 1947 o padre Kentenich visitou Santa Maria, e ali conheceu o padre Máximo. O fundador lhe disse: “Você pode crer que Deus o convocou, junto com sua província, a prestar um serviço pioneiro à Obra de Schoenstatt na América Latina e quem sabe muito mais, para toda a sociedade.”

Ele se deixou educar pelo Pe. Kentenich com atitude filial e fiel. Quando o Pe. Kentenich foi separado de sua Obra e enviado ao exílio, o padre Máximo também foi perseguido. Mas, seu amor à Mãe de Deus, sua vinculação com o Fundador e sua consciência de missão não o deixaram fraquejar no meio de tanto tormento e solidão. Dele disse o padre Kentenich: “O padre Máximo, fora da Alemanha, é quem tem as idéias mais claras sobre Schoenstatt.”

O padre Máximo escreveu: “Devemos estar atentos para dar a vida pela Obra, este é o nosso orgulho, nossa satisfação, tudo pelo triunfo da MTA.” Vivia plenamente seu ideal pessoal e procurava estar sempre na presença da Mãe de Deus. Faleceu em Santa Maria, em 13 de dezembro de 1959, junto ao santuário Tabor, depois de pedir ao Pai Todo-Poderoso que ajudasse e protegesse o Movimento de Schoenstatt.

Hoje seus restos mortais descansam em Jaraguá (São Paulo), junto ao Santuário da “Unidade dos Corações no Pai”, dos Padres de Schoenstatt.