Jufem Curitiba tem primeira reunião de ramo de 2018

No dia 25 de março, aconteceu a primeira reunião da Jufem Curitiba de 2018, em que as dirigentes aprofundaram o Lema para este ano: “Eis-me aqui, Pai! Minha mão em tua mão!”

A reunião começou com a oração do ano jubilar do Pe. Kentenich, seguida de uma dinâmica: aquela brincadeira de nos jogar de costas nos braços de um amigo e pedir que ele nos segure. O ponto refletido com a dinâmica foi a confiança, principalmente a confiança filial. Assim como algumas tiveram dificuldade em se soltar e confiar que sua amiga a seguraria, muitas vezes, também nós não deixamos nossas vidas nas mãos da Mãe, pois temos dificuldade em confiar nela. Acabamos nos esquecendo de que sempre haverá uma mão para nos segurar!

Um paralelo foi feito entre o nosso lema e o da JMJ 2019, que é: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra”. Maria, ao aceitar ser a Mãe de Deus, deu seu SIM, seu “Eis-me aqui”. E qual é o nosso? Após uma reflexão, a conclusão foi: estar disponível ao chamado de Deus, ouvir o que Ele tem para nós. A resposta, às vezes, está no silêncio e não conseguimos perceber.

“Alegria” foi intitulada a palavra do dia. Tanto na reunião de ramo, como na dos grupos de vida, que aconteceram antes, essa palavra foi muito enfatizada. A alegria era a marca registrada do nosso Pai e Fundador.

Após esse momento, fizemos a leitura de 1Samuel 3,4-10, que narra o “Eis-me aqui” de Samuel. Ele escutou o chamado de Deus e, mesmo sem saber muito bem sobre o que se tratava, ficou à disposição do Senhor: “Fala, porque teu servo escuta”.

Alguns dos heróis de Schoenstatt e sua prontidão em dizer: “Eis-me aqui!” também foram citados. Foi o caso de José Engling: “Ser tudo para todos como propriedade única e exclusiva de Maria” e de Regininha: “Amar pelo servir em prontidão filial”. Para ela, era “…ou tudo ou nada, como para mim não existe o nada, sobra-me o tudo”.

Por fim, refletimos sobre o “Eis-me aqui” do Pai. Ou melhor, Os “Eis-me aqui”, que podemos sintetizar nos quatro marcos históricos. Na sua época, havia muitos questionamentos sobre o movimento de Schoenstatt e o Pai e Fundador não teve medo de defendê-lo.

Para concluir a reunião e destacar a segunda frase do lema: “Minha mão em tua mão”, lemos o Monólogo das Mãos – Adaptado, de Giuseppe Ghiaroni. O texto pontua diversos exemplos para que servem as mãos. Com elas, podemos fazer coisas boas e coisas ruins: “Com as mãos atira-se um beijo ou uma pedra, uma flor ou uma granada, uma esmola ou uma bomba!”

Devemos segurar nas mãos do Pai e Fundador, nas mãos de nossa querida Mãezinha e nas mãos de Deus. Santa Teresinha do Menino Jesus dizia que queria ser uma bola nas mãos de Deus, assim como uma criança brinca com sua bola. Nosso Pai e Fundador também pensava dessa maneira: quis deixar Deus fazer com ele o que quisesse.

Principalmente agora, no ano do Pai, precisamos buscar mantê-lo vivo no meio de nós, a partir dos seus ensinamentos e do seu jeito singelo e único de ser. Devemos nos espelhar em seus atos e, assim como ele, deixar que Deus conduza nossas vidas.

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