Histórico

A Juventude Feminina de Schoenstatt foi fundada em 15 de agosto de 1931, na Alemanha, por jovens que sonhavam em viver os ideais do Movimento em sua realidade de mulher que é jovem e tem aspirações específicas. Diante do anseio das moças o padre José Kentenich, muito concentrado e pensativo, silenciou por um tempo e disse de maneira solene e decidida: “É a própria Mãe de Deus que quer fundar!”. Assim estava concretizada a consolidação de mais um ramo do Movimento de Schoenstatt.
Geração Fundadora

A partir daí foi se buscando a resposta para a pergunta: como tem que ser a jufem para que as futuras jovens possam olhar para nós como exemplo?

“Deve ser uma juventude empolgada pela missão, de orientação e estilo marianos e que atue apostolicamente, em primeiro lugar através do seu ser”.

O Pai e Fundador disse: “Vivemos num tempo que pretende roubar, ao nosso mundo feminino, especialmente a pureza, mas o que quer Deus? Que, onde esteja uma jovem de Schoenstatt, exista necessariamente uma atmosfera pura”. Daí parte o grande ideal da jovem schoenstatteana: ser um lírio no meio do mundo, já que essa flor representa a pureza.

A partir disso o canteiro de lírios foi crescendo e ganhando o mundo. No Brasil a história da Juventude Feminina começou no dia 18 de outubro de 1940, na cidade de Londrina, e hoje se espalhou por esse imenso país, alcançando várias cidades em 8 estados. Seu ideal nacional é de ser LÍRIO DO PAI, TABOR PARA O MUNDO! Assim, a jufem brasileira quer ser formada por jovens que vivem na pureza espelhada pela Mãe de Deus, sendo uma filha muito amada do Pai, que carrega consigo as vivências experimentadas dentro do santuário, transmitindo isso para o mundo.