Movimento de Schoenstatt

Schoenstatt é um lugar na Alemanha, que fica na cidade de Vallendar, às margens do Rio Reno. Foi neste “belo lugar” (schoen = belo; statt = lugar), que os padres Palotinos, nos primeiros anos do século XX, decidiram construir seu novo seminário, pois o antigo já estava ficando pequeno para tantas vocações.
Uma casa nova deve ser sempre bem cuidada, então as regras de conservação e silêncio eram bastante rígidas. Os jovens, adolescentes, não gostaram nada das novas imposições, e, em seus corações, começaram a se revoltar contra essas novas regras.

Foi então que, em 1912, o Pe. José Kentenich, professor de latim e alemão, foi convidado pelo Pe. Kolb, na época o responsável pelo seminário, a assumir a função de “diretor espiritual” desses jovens.

Padre José Kentenich

A vinculação e entrega total à Maria eram parte inseparável da vida do novo diretor espiritual. Assim, naturalmente, esse traço foi vincado desde o primeiro dia na personalidade de cada jovem a ele confiado. Ele tinha um plano ousado: autoconhecimento e autoeducação para formar, por Maria, caracteres livres, firmes e sacerdotais.

Cresciam assim os seminaristas, em amor e profundidade. Logo um grupo desses jovens fundou, dentro do seminário, a “Congregação Mariana”, dedicada a astear bandeiras marianas em meio ao secularismo que se instaurara na Alemanha.

O Pe. Miguel Kolb, vendo o crescimento do grupo e a dificuldade de se encontrarem um lugar calmo para se reunirem, cedeu a antiga capelinha do cemitério, que, ná época, servia como depósito de ferramentas de jardinagem, para a Congregação, doando, também, uma estátua pessoal do Arcanjo São Miguel para ser colocada no altar. Após uma bela limpeza, a capelinha era, enfim, um lugar só deles, um lugar de encontro com Maria.

Após ler um artigo numa revista sobre o santuário de Pompéia, na Itália, que, apesar de não ter havido qualquer aparição de Nossa Senhora, tornou-se um lugar de peregrinações e de graças, unido a tudo o que o bom Deus já infundia em seu coração, o Pe. Kentenich propôs aos seminaristas, em 1914: “Não seria possível que a capela da Congregação se tornasse nosso Tabor no qual se manifestem as glórias de Maria? Sem dúvida, não poderíamos realizar ação apostólica maior, nem deixar herança mais preciosa aos nossos sucessores, do que levar nossa Senhora e Rainha a estabelecer aqui de modo especial o seu trono, a distribuir seus tesouros e a realizar milagres da graça…”

Então, em 18 de outubro de 1914, os congregados convidaram a Mãe de Deus a se estabelecer naquela capelinha, e, em troca, eles ofereceram seus corações e suas vidas à busca pela santidade. Era a Aliança de Amor!

Santuário de Schoenstatt na época da fundação

Desde então, com as duas Grandes Guerras, difundiu-se esse anseio de consagração à Maria pelo mundo inteiro, formando-se o Movimento Apostólico de Schoesntatt. Mais tarde construíram-se outros Santuários, idênticos ao Original, por todos os continentes, brotando, em cada lugar,  sempre de novo, o anseio por convidar a Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, a se estabelecer no meio de uma Família de Schoensttat. Família esta que assume a missão de Schoenstatt no mundo: a renovação moral do homem e da mulher, em Cristo, por Maria.

Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt

Devido à multiplicidade de vocações a que Deus chama os Schoesntattianos, dividiu-se o Movimento em ramos e colunas. Assim, possuímos grupos de formação e apostolado de irmãos, padres, mulheres, irmãs, juventude feminina, juventude masculina, famílias, enfermos, e também, a Campanha da Mãe Peregrina, que, nos últimos 60 anos, tem transformado a vida das famílias por onde passa.

A JUFEM é um Ramo da Coluna Feminina, orgulhosa de seu Ideal de ser Lírio do Pai, Tabor para o Mundo.

Conheça a estrutura do Movimento de Schoenstatt

Organização da Estrutura do Movimento de Schoenstatt

Símbolo Internacional do Movimento Apostólico de Schoenstatt

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