Levando Schoenstatt para a universidade

“No ano de 2012, durante a festa em comemoração aos 18 de outubro no Santuário Tabor da Liberdade, havia uma peregrina que seria enviada a Universidade Federal de Minas Gerais. Como não havia ninguém da instituição presente no local, fui solicitada para entrar na procissão com a mesma. Naquele mesmo momento recebi aquilo como um sinal da Mãe, já que naquele período estudava para o vestibular.

No ano seguinte consegui passar no vestibular da Universidade que tanto sonhava, sendo meu primeiro dia de aula, um dia após selar minha Aliança de Amor. Sempre soube que estar naquele local era um envio da Mãe, um desejo dela no meu processo de autoeducação, mas sempre tive dificuldades sobre como expressar isto em todo aquele universo.

Neste semestre para cumprir minha carga horária iniciei a matéria optativa: “Tópicos em arqueologia: Cultura Material: Perspectivas sobre agência dos objetos”, esta trata como os objetos influem sobre nós. Ao precisar escolher um tema para elaboração de um trabalho final, conseguia apenas pensar em nosso Santuário, que deixa de ser uma mera construção de tijolos, para algo com agência suficiente para nos transformar.

Inicialmente foi difícil conseguir formas de falar sobre isto de forma acadêmica, sem cair no religioso, que desagradaria à academia. Como Schoenstatt se baseia em uma pedagogia de vinculações, e isto é estudado e aderido em escolas, consegui ter argumentos suficientes para apresentá-lo e afirmar a toda universidade a realidade da Pedagogia de Schoenstatt.

Levar Schoenstatt ao mundo é uma de nossas missões e realizar de forma eficiente este chamado pode tomar diversas formas em situações diárias. Encontrei uma forma que me deixou muito orgulhosa e tenho certeza que a cada uma de nós alguma forma é reservada para gritar ao mundo que conhecemos o lar do amor.”

Por: Elisangela Izidora – Jufem Belo Horizonte

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