Londrina recebe o Pai

Diante da visita especial que passou por Londrina, a Jufem pôde ter um momento muito profundo de encontro, um encontro com o Pai. Desde a recepção até a despedida, cada momento foi único; a experiência de sentir-se filha diante de um Pai que está presente era refletida no rosto de cada lírio.

O Pai chegou antes do esperado, possibilitando que as meninas pudessem provar um pouco mais de sua companhia. As Apóstolas Luzentes de Maria, nossos pequenos lírios, foram as primeiras a vê-lo. Com alegria e a vivacidade, as futuras Jufens entregaram o símbolo ao Círculo da Aliança, às meninas que se preparam para selar o compromisso com a Mãe de Deus.

Ele chegou já mostrando o poder da Divina Providência. A reunião falava sobre a importância se vincular a Deus mais intimamente, quando o próprio Pai veio nos visitar. As jovens ganharam um grande presente no caminho que percorrem até a Aliança e puderam receber o recado que o Pai as espera e zela por elas até o grande dia.

O símbolo foi levado então ao Santuário para que pudesse ficar junto da Mãe de Deus e receber as orações de quem passava pelo local até que chegasse a hora da grande vivência da Juventude Feminina com Ele. Uma vivência é feita para sentir, emocionar, presenciar e constatar algo e as meninas puderam realmente “vivenciar” a presença viva que estava representada no símbolo.

Aprendendo um pouco de história, lançou-se um olhar às primeiras imagens que representavam a figura de Deus Pai, sendo que elas foram evoluindo até o símbolo do Olho que conhecemos atualmente. Durante a vivência muito se falou do agir do padre Kentenich, como ele se comportava com seus filhos, o costume de presentear a todos, as histórias que os filhos guardam dos momentos com ele. Também houve a troca de experiências com o fundador, respondendo a pergunta: quem é o padre Kentenich para mim? As meninas que tiveram a chance de estarem diante do túmulo do Pai contaram os sentimentos vividos naquele momento, onde “é só uma capela comum, mas você sente a presença dele ali”, ressaltou uma.

E a parte mais marcante ainda estava por vir: o momento pessoal com o Pai. Com as luzes apagadas, somente ao clarão das velas, a música ao fundo, as emoções fluindo; as palavras que estavam guardadas no coração puderam ser ditas diretamente a ele, na certeza de que não se estava apenas diante de um simples objeto, mas do próprio Pai, e que ele ouvia cada palavra, cada anseio trazido por suas filhas lírio.

Por fim foi preciso despedir-se da “visita”, mas o sentimento de encontro com o Pai será levado para toda a vida. E fica a certeza de que sempre podemos encontrá-lo novamente: “Quem me busca encontra-me sempre no Santuário.”

Por: Jufem Londrina

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