Meu vínculo com o Pai e Fundador!

Tudo começou quando ainda era bem garotinha, tinha apenas 12 anos de idade, em uma época da qual participava da Missa sozinha. Em uma das minhas idas à santa Missa, uma moça me abordou com uma pergunta bem direta: gostaria de fazer parte de um grupo chamado Apóstolas Luzentes de Maria? Na mesma hora devolvi a pergunta: Apóstolas Luzentes de Maria? O que é esse grupo? Então ela começou a falar do Movimento e, ao ouvi-la, o que me tocou, o que veio como uma flecha em mim, foi quando ela citou o lema das Apóstolas: “Ser pequena Maria no mundo”. Eu que já era uma “mini devota” da Virgem Maria, diante do convite e principalmente do lema, me enchi de alegria.

Logo após o convite e a resumida explicação que recebi, ingressei nas Apóstolas e fui apresentada à imagem da Mãe e ao Santuário; de imediato já senti o que diz a palavra “aqui é bom estar”, dali em diante o meu coração passou a encontrar o seu lugar. A saudade do céu, como cita o Pe. Fábio de Melo em uma de suas canções, começou a ser sanada em mim, pois não me sentia mais sozinha, sem lar e muito menos órfã. Passei a ter uma intimidade maior ainda com a Virgem Maria e a partir dela não ganhei apenas uma casa, mas, um pai.

Sim, aqui começou o meu vínculo com o Pai e Fundador. Comecei meu caminho como Apóstola Luzente de Maria, mais tarde me tornei JUFEM e passei a ser dirigente de novas Apóstolas. Foi nesse momento de minha caminhada que tive a graça de um envolvimento mais profundo ainda com o Pai e Fundador. Em um encontro para dirigentes, em que um dos momentos era destinado à definição do lema do ano para as Apóstolas, após olhar para uma imagem do Pai e Fundador e me recolher para o descanso daquele dia, pedi ao Pai que falasse comigo, foi então que nasceu o lema daquele ano “Pai, revela-me teus segredos”.

Daquele dia em diante sua voz passou a ecoar em meus dias. Em muitos momentos difíceis em meu trabalho, quando me sinto obrigada a realizar certas atividades, me lembro do Pai e Fundador e penso: “farei não porque sou obrigada, mas porque eu quero”. Assim acontece o meu vínculo com o Pai e Fundador, através de tudo o que me foi apresentado e revelado, em muitos momentos e ocasiões é a voz dele que me dá a direção, é a voz dele que muitas vezes me devolve o eixo. A cada visita ao Santuário, sinto que seu olhar não está sobre mim somente lá, mas em todos os momentos da minha vida, me sinto sempre assistida e amparada por ele. Pai e Fundador, como me esquecer daquele que me ensinou a ser filha, a ser ver sacrum por onde quer que eu vá? Pede por nós, Pai e Fundador, para que sejamos sempre, em todo lugar, uma nobre filha de Schoenstatt.

Ana Paula Ramos, pertenceu a Juventude Feminina em Guarulhos

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