Minha experiência com o Pai e Fundador!

QUEM É O PAI E FUNDADOR PARA MIM?

Desde pequena, a imagem do Pe. Kentenich me é familiar. Meus pais sempre participaram do Movimento e me acostumei a ter a Mãe de Deus e o Fundador no meu dia a dia. Mas confesso que minha ligação com o Pai só surgiu depois de anos na Jufem e após uma experiência mais próxima de conhecimento da vida dele. Em 2012, tive a oportunidade de ir a Schoenstatt participar de um programa oferecido para a Jufem de diversos países.

Passei dois meses naquela atmosfera e me aproximei ainda mais da MTA e do Santuário, essa Capelinha mexe com meu coração. Porém, o Pe. José Kentenich ainda não era uma figura tão importante para mim. Me recordo a primeira vez que estive no túmulo do Fundador. As pessoas estavam ajoelhadas ao redor do túmulo, fazendo orações e eu observando tentando sentir alguma coisa mais forte, mas nada acontecia, me senti um pouco mal com isso.

No decorrer do programa, estudamos mais o Movimento e, claro, o Pe. Kentenich. Visitamos a casa em que ele nasceu, os lugares que viveu, o campo de concentração e outros aspectos da vida e da pedagogia fundada por ele. Viajamos por vários lugares que não conhecíamos, inclusive a Irmã Maria Carolina, chilena, que nos acompanhava no programa. Me lembro de pelo menos umas três vezes  estarmos perdidas, sem saber pra onde ir, e a irmã falava “o Pai vai guiar nossos passos para o lugar certo”.

Era incrível como sempre chegávamos no local certo sem perigo. Ou ela encontrava o local após virar a esquina ou encontrava uma boa alma no caminho que também estava indo para o mesmo lugar. Era impressionante! No final dos dois meses, as meninas que estavam comigo, 3 equatorianas e 2 brasileiras, quiseram selar uma aliança filial com o Pai e Fundador. Eu nem sabia direito o que era isso, porque no Brasil não tínhamos isso tão forte.

Eu tive dúvida se deveria selar essa aliança, porque não me sentia merecedora, não estava tão ligada assim ao Fundador. Porém, após algumas conversas, decidi selar a aliança filial com o Pe. Kentenich, acreditando que a partir dessa ligação eu aprenderia a amá-lo e ele se tornaria mais importante para mim. Quando voltei as atividades da Jufem em Londrina, tudo que fazia tinha uma mãozinha do Pai e Fundador, nas reuniões, na preparação para o Centenário, até filme sobre a vida dele eu fiz parte.

Foi incrível como eu pude sentir a aliança que selei com ele. Há seis anos o Fundador é meu Pai e agora seu exemplo faz parte da minha forma de ver a vida e a Igreja.

Anna Cláudia Mestre Tejo, pertenceu a Jufem Londrina.

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