Minha experiência com o Pai e Fundador!

Olá Jufem Brasil!

Eu sou a Priscila, tenho 26 anos e sou de Jaraguá – São Paulo/SP. Hoje, estou aqui para contar-lhes um pouco sobre a minha experiência com o Fundador, neste ano tão especial em que estamos experimentando pouco a pouco sua graça e sua história. Desde muito pequena, Schoenstatt é presente em minha vida. Meus pais fizeram parte da Juventude Apostólica em meados dos anos 70… e foi ali que se conheceram e iniciaram nossa família.

Quando criança, eu sempre via um “Telefone do Pai”, mesmo sem fazer a menor ideia do que se tratava. A imagem do Pe. Kentenich e do Santuário estavam na sala de casa, então, eu sempre via aquele rosto carismático e paternal, todos os dias. Quando cresci, decidi fazer parte da Juventude Feminina aqui de Jaraguá e foi então quando pude conhecer e me aprofundar na história do Pai e Fundador. Que linda história! Ele sempre tinha os melhores conselhos nas maiores aflições…

Em 2009, selei minha Aliança de Amor e, em 2013, logo após a Instituição do meu Santuário-Lar da Fé Heróica, segui para Atibaia pois aconteceria ali o Cor Unum – Encontro Internacional da Jufem que precedia a Jornada Mundial da Juventude – onde fui voluntária da equipe de hospedagem. Ali, em meio a planilhas, ligações e muitos trabalhos pude ter uma experiência mais íntima com o Fundador. A cada dúvida, a cada receio… Um Telefone do Pai e tudo se ajeitava!

O encontro foi mágico e o cansaço em nada atrapalhou, pois o Pai me dava forças a cada instante… e é por isso que escolho uma foto desta época para ilustrar este testemunho! Em 2014, pude fazer parte do Centenário da Aliança de Amor lá em Schoenstatt, onde selei minha Aliança Filial! Posso lhes dizer que este foi o melhor momento de minha vida! Momento no qual pude vivenciar o amor puro, sereno e ousado que a Mãe de Deus tem por nós e usou do Pai e Fundador para que pudéssemos experimentá-lo.

A cada dia, lá na Alemanha, era visível como cada um, independente da cultura ou do país que viesse, espelhava a Paternidade de José Kentenich! Foram momentos de muitas graças e de muita gratidão! Porém, apenas em 2015, posso afirmar que tive minha experiência mais íntima e paternal com o Pe. José Kentenich. Tive um tumor na tíbia esquerda e precisei passar por um tratamento de oito meses, longe do trabalho, estudos, família…

Aquele foi o período onde passei mais tempo sozinha entre cirurgia, internações e consultas, e, por isso, mais tempo refletindo sobre como passar por aquele tempo sem decepcionar a Mãe de Deus por ter desistido. E foi onde meu coração inquieto começou a pensar em qual seria minha resposta de amor para tudo que eu estava vivendo. Foi um momento difícil em minha vida, mas foi onde pude estudar mais, fazer meu horário espiritual, dedicar meus momentos de oração, cantar… e tudo isso passou.

Hoje, em 2018, respondo com amor e filialidade heroica ao Pai e Fundador com a minha Carta Branca. Hoje vivencio cada passo dado de forma que corresponda aos anseios do Padre Kentenich, mesmo que já tenha se passado tanto tempo… Uma ideia sempre contemporânea! Neste Ano do Pai, querida Juventude Brasileira, desejo com muito amor que todas possam experimentar o carisma do Fundador e todo o amor com que ele sempre se referiu a nossa Juventude! Que possamos ser cada dia mais fiéis a missão!

Eis-me aqui, Pai! Minha mão na Tua mão! Meu coração no Teu coração!

Priscila Bernardo – Jufem Jaraguá

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