Minha experiência com o Pai e Fundador!

O Pai e Fundador em minha vida

Me chamo Luana Cardoso, tenho 20 anos, curso Letras e pertenço a Jufem Brasília. Venho falar um pouco sobre o Pai e Fundador em minha vida.

O Padre Kentenich para mim é um pai espiritual que guia minha vida à luz divina; é meu amigo, que cuida de mim, me escuta, me entende e me envolve com seu carisma singular e amor paternal. Minha relação com ele foi construída pouco a pouco, de uma forma espontânea e sincera. Quando selei minha Aliança de Amor com a MTA, em 2014, tomei consciência de que fui inserida na primeira Aliança de Amor de Schoenstatt, em 1914, na qual a Mãe o elegeu como instrumento. A partir daí, fui buscando conhecê-lo melhor, lendo mosaicos, testemunhos, livros e biografias. À medida que me interessei em ir conhecendo sempre mais a pessoa do Fundador e sua história como reflexo vivo da paternidade de Deus, ele conquistou minha admiração e amor. Quando me dei conta, ele já estava ocupando um espaço em meu coração.

Desde então, passei a sentir-me sua filha conforme ia dialogando com ele, contando minha trajetória, minhas alegrias e sofrimentos, lutas, êxitos e fracassos, pedindo conselhos e ajuda. Por incrível que possa parecer, ele nunca me deixou na mão. Em algumas ocasiões, as respostas que peço vêm de imediato, quando tiro um “telefoninho”; em outras, ele demora um pouco, me educando e me pedindo paciência, mas sempre me atende, mesmo nas mínimas coisas. Tenho a certeza de que, se permitirmos, ele vêm ao encontro de todos os seus filhos espirituais, os acolhendo em seu coração e assumindo a responsabilidade de cuidar da vida de cada um.

No início de 2017, pela Divina Providência, fui presenteada com a grande oportunidade de participar do programa Schoenstatt-Zeit, o intercâmbio da Jufem. Porém, só soube realmente que conseguiria ir faltando pouco menos de 1 mês e meio antes.  Na preparação para este tempo que iria ficar em Schoenstatt, passei por vários obstáculos. Um destes empecilhos foi a renovação de meu passaporte: nesta época ele estava vencido, e a Casa da Moeda passava por uma greve já havia um tempo, bloqueando a emissão de passaportes por um período indeterminado. Isso poderia impedir meu grande sonho de ir a Schoenstatt, mas sabia que o Pai iria tomar de conta, pois sentia que queria que eu fosse ao seu encontro. Então, em meu Santuário-Quarto, coloquei no altar o meu pedido de emissão de passaporte, implorando ao Pai que cuidasse para que não as mãos humanas o emitissem, mas sim as mãos divinas. No dia seguinte, quando entrei no Facebook, estava lá a notícia de que a greve tinha acabado e em menos de 15 dias recebi meu passaporte. Foi uma enorme alegria!

Na Alemanha, pude peregrinar por vários lugares que marcaram a vida do Pai e ainda ver e sentir um pouco mais de perto tudo o que ele passou. Era difícil entender como suportou tantos acontecimentos dolorosos permanecendo tão alegre. Ali, então, compreendi que o Padre Kentenich não viveu sua santidade de uma forma qualquer, viveu uma santidade verdadeiramente heroica, permanecendo sempre fiel aos desejos divinos e disposto a realizá-los a qualquer custo.

Neste tempo pedi que o Pai e Fundador me revelasse todo seu amor e me ajudasse também a crescer como filha, fortalecendo nossa união. Nosso grupo foi convidado, então, a selar a Aliança Filial com ele e meu coração encheu-se de emoção e gratidão. Poucos dias antes, ficamos sabendo da data oficial da Aliança, e cada uma tinha que levar uma foto do Pai que se identificasse. Sempre me agradou a foto preta e branca só com seu rosto, pois acho que o olhar dele está expressando muitas virtudes ao mesmo tempo, como confiança, alegria, cuidado, tranquilidade e paternidade; é a foto que tenho em meu Santuário-Quarto e que, por providência, também estava pendurada no quarto que fiquei em Schoenstatt. Queria muito levar essa foto, mas não a tinha comigo, e a loja que a vendia fechava na quarta-feira, único dia que tínhamos a tarde livre. Estava pensando em como resolver essa questão no pouco tempo que faltava. Neste dia, decidi começar a ler um livro que a Irmã Gabriela María tinha me emprestado e, ao abri-lo, um papel caiu. O papel era exatamente a foto que buscava, quase não acreditei. A Irmã disse que não era dela e que o Pai quis me saudar e me presentear. Senti-me muito mimada por ele.

Hoje, tendo passado um ano, enfrento outros desafios e angústias às quais o Fundador também têm me ajudado. Esta frase tem-me guiado muito: “assim era o Pai, ele procurava causar alegria e satisfazer os desejos silenciosos dos que o buscavam”. Mesmo com toda minha pequenez, sei que o Pai me ama com tudo o que sou, e me faz sentir verdadeiramente como uma filha predileta. Ele chama todos os seus filhos pelo nome.

Sem sombra de dúvidas, o Padre Kentenich merece um reconhecimento na fileira dos santos da Igreja a qual ele tanto amou. Para isso, como Jufem, precisamos nos empenhar e cultivar intensamente nossa entrega filial e honrar a missão que ele nos deixou. Temos que testemunhar o quanto o Pai nos ajuda a crescer na fé e a trilhar o caminho da santidade.

Como propósitos, nunca saio de casa, nunca faço uma prova, nunca tomo uma decisão difícil e nunca durmo sem antes pedir sua bênção sacerdotal; diariamente dialogo com ele em meu Santuário-Quarto e rezo a oração de canonização e a jaculatória “Rainha dos lírios” às 21:00; ofereço meus esforços pela santidade como capital de graças a esta causa; celebro seus dias comemorativos; e medito suas mensagens nos “telefoninhos”. O Pai e Fundador é meu exemplo! É um Pai que intercede por mim junto a Deus e fortalece minha união com Ele e com a MTA. Peço sempre que me eduque para ser uma schoenstattiana de uma forma que lhe cause orgulho.

“Pai! Estamos aqui, vamos contigo! Nosso coração no teu coração, nosso pensamento no teu pensamento, nossa mão na tua mão. Pai, tua herança nossa missão.”

Luana Cardoso, Jufem Brasília

Seja o primeiro a comentar em "Minha experiência com o Pai e Fundador!"

Deixe seu comentário

Seu email não será publicado.


*