Minha vinculação ao nosso Pai e Fundador!

               

Ouvir e falar sobre o Pai e Fundador é sempre uma grande alegria para mim, pois ele além de ser o Fundador do Movimento que escolhi participar, é uma personalidade ímpar, caracterizada por um caráter paternal único e uma inteligência sobrenatural que me encantam cada vez mais, me impulsionam a conhecê-lo melhor e a segui-lo com maior fidelidade!

Assim como muitas pessoas que se aproximam pela primeira vez com a espiritualidade de Schoenstatt, a Mãe de Deus e o Santuário tocaram primeiramente o meu coração e só aos poucos fui conhecendo o terceiro ponto de contato, tão essencial quanto os outros dois pontos, o Padre José Kentenich.

Como alguns dizem, ‘nasci’ dentro do Movimento, pois meus pais pertencem ao III Curso da União de Famílias, participei das Apóstolas Luzentes de Maria desde pequena e estudei o ensino fundamental no Colégio Mãe de Deus. Dessa forma, por meio de muitas vivências, fui tomando contato com o Fundador da Obra de Schoenstatt e entendendo o porquê a figura dele é tão importante e presente no Movimento.

Mas, sem dúvidas, foi no ano de 2010 que minha vinculação a ele tornou-se ainda mais vital! Na época, estava começando o segundo ano de cursinho em preparação para o vestibular e durante este tempo sempre rezava, diariamente, a oração de canonização do Fundador na intenção de obter uma vaga na universidade no curso de medicina. Foi quando tive a oportunidade de ir a Schoenstatt participar do Programa de Formação para a Jufem por três meses e como estava no cursinho, foi possível passar esse tempo onde tudo começou.

Estar em Schoenstatt e desfrutar de cada local sagrado é um privilégio, porém esse tempo foi, sobretudo, marcado pela figura do Pai e Fundador! Para começar morei nesses meses, juntamente com minhas irmãs de grupo Thaís e Ana Maria, na casa Schulungsheim, o local em que o Pe. Kentenich viveu seus últimos três anos de vida. Logo na primeira semana, vivemos a festa de inauguração da reforma da rua que leva o nome do Fundador e para isso nos preparamos para desenvolver atividades sobre a vida dele com as crianças na Casa Padre Kentenich. Ao longo da formação, nossas amigas argentinas nos convidaram a preparar-nos para a Aliança Filial com o Fundador e, após alguns encontros, no dia 28 de junho de 2010 selei a minha Aliança Filial com o Pai junto à sua tumba na Igreja da Adoração. Conhecemos e visitamos lugares importantes da vida do Pai: Gymnich, Limburgo e Dachau. Para fechar esse tempo magnífico, nos dias 8 a 10 de julho, vivenciamos as celebrações em torno do centenário da ordenação sacerdotal do Padre Kentenich!

Com certeza estar em Schoenstatt foi um presente maravilhoso e, principalmente, um encontro bem pessoal com o nosso Pai! Além de ter alcançado a graça de passar no vestibular neste mesmo ano de 2010! Vale muito a pena rezar a oração de canonização!

Voltamos bem entusiasmadas com a Aliança Filial, uma Aliança selada com o Fundador na qual aprofunda-se o vínculo com ele e propõe a se comprometer mais com sua família e sua Obra. Queríamos que outras meninas também pudessem selá-la, por isso, foi preparado um grupo durante os anos de 2011 e 2012. Depois do tempo de formação, sete meninas da Jufem Londrina deram o seu sim para maior aprofundamento e vinculação ao Padre Kentenich, no dia 18 de novembro de 2012.

A vinculação ao Pai e Fundador é algo próprio da essência de Schoenstatt! A Ir. M. Petra em sua visita ao Brasil nos confirmou: “Quanto mais conhecemos o Pai, mais podemos compreender sua obra. Quanto mais amamos o Pai e Fundador mais amamos a Família de Schoenstatt. O Pai e a Família são um”.

Dessa forma, cada filho de Schoenstatt é chamado a aprofundar o vínculo com o Padre Kentenich e isso pode ser feito de diversas formas, permitindo construir uma relação natural e orgânica. Alguns exemplos são: a leitura de livros e textos escritos por ele, a oração para sua canonização, pedir sua orientação como Pai por meio de conversas e do uso do telefoninho, aproveitar oportunidades para conhecer pessoas que conviveram com ele, entre outros.

Acredito que, nós Jufem Brasil, como geração 2014, em especial as que já fizeram a Aliança de Amor, somos chamadas a um compromisso pessoal de aprimorar a vinculação com o Pai e Fundador, pois esta é inerente da Cultura da Aliança que queremos gestar desde Schoenstatt nos novos tempos. Portanto, como na foto da corrente viva em que a coroa RTA passou na virada do século com a Jufem Londrina, queremos partir sempre de mãos dadas e unidas ao nosso Pai!

 

Por: Suzana Guariente

 

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