O Pai conquistou meu coração!

Chamar o Pe. Kentenich de Pai é algo muito recente para mim. Mesmo estando no Movimento desde pequena como Apóstola, nunca entendia muito bem o motivo do qual todos o chamava de pai, talvez por ser muito nova e tido apenas alguns contatos indiretos com ele. Eu o tinha para mim como um homem santo, o Pai do movimento, mas não como meu pai. Entretanto, isso mudou quando eu fui para Schoenstatt no ano passado.

Em Schoenstatt, pude de verdade conhecer a história do Pai e Fundador, com uma cabeça completamente diferente e aberta para entender sobre sua vida, seus marcos, seus anseios, seus sofrimentos, seu amor pela MTA e por todo o movimento, e assim entender esse motivo especial de tê-lo como pai.

Lá, eu pude estar em seu túmulo e ver que se faz presente em todos os momentos, que escuta as preces daqueles que o buscam. Digo isso, porque durante a peregrinação eu estava sofrendo muito com dores no joelho (pois tenho tendinite nos dois) e subir e descer os montes em Schoenstatt, para mim no início estava fácil, mas no decorrer dos dias eu já não aguentava mais. Foi quando eu estava no ápice das minhas dores, em que mal conseguia andar, fui ao túmulo do Pai e lá me esforcei pra ficar de joelho e pedir sua intercessão para que eu pudesse melhorar, porque senão, eu prejudicaria não só a mim, mas também todas do grupo. Algumas horas depois eu já me sentia melhor e já podia andar normalmente. Neste primeiro contato com o Pai, pude entender o verdadeiro sentido de pai, pois cuidou de mim como uma filha, que estava com dores e precisava de um colo para descansar.

Quando voltei da viagem, fui convidada por minha assessora para fazer um vídeo sobre a história do Pai e Fundador, para que cada vez mais ele pudesse ser conhecido. Nisso, tive a grande oportunidade de fazer uma entrevista com a Irmã Stellamaris, que conheceu nosso Fundador e teve experiências incríveis com ele. Nessa entrevista eu me apaixonei pelo Pai, porque cada fato que a irmã relatava seus olhos brilhavam e eu me encantava pela pessoa que ele é. Tanto que eu perguntei uma frase que o Pai disse a ela e que a marcou muito, e com toda serenidade ela me respondeu: “FILHA!”, e eu fiquei em silêncio esperando uma continuação e ela repetiu novamente: “’Filha’, porque o Pai me chamava como filha!”.

Naquele momento eu contive minhas lágrimas, mas depois eu só tinha um único anseio: aprofundar-me e aproximar-me do Pai!

O Pai e Fundador conquistou meu coração, e hoje o tenho de verdade como meu pai, entregando-me e confiando-me a ele sem reservas e incansavelmente ele me escuta e me ensina a ser uma pequena Maria, pois ele, durante sua vida, foi tão íntimo com a Mãe de Deus, e agora mais ainda, me faz querer também ser como ele, porque como diria Ir. M. Pietra “ser como o Pai, é ser como a MTA, pois nele era possível ver nitidamente o rosto da Mãe.”!

Mariana Siqueira – Jufem Louveira

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