Rumo a Schoenstatt… um novo coração!

“Toda vez que se fala de Schoenstatt, é como se meu coração quisesse sair pela boca, de tanta gratidão e amor.
Cresci na Igreja, cresci no Movimento. Mas acho que a Mãe teve um pouquinho de trabalho com o meu coração de pedra. Mas, ainda assim, conseguiu fazer com que eu me encontrasse comigo mesma, onde Ela me acompanhou e me apresentou seu Filho. Foi através Dela que eu verdadeiramente me encontrei com Ele. E acho que esse reconhecimento realmente aconteceu quando eu realizei minha Aliança de Amor, no Santuário de Atibaia, onde dá pra sentir um pedacinho deste lugar que iremos e que é “bom (demais) estar”. Eu não chorei no momento da minha consagração, sentia uma paz inexplicável, como se eu estivesse no ventre da Mãe, e tudo, antes mesmo de sentir que precisava, ela já sentia por mim e acalentava. Mas quando saí, foi realmente como se estivesse nascendo, de parto mesmo, e como recém-nascida, chorei como uma criança (acho que nunca chorei tanto na minha vida), e sentia uma grandíssima necessidade de voltar para dentro do Santuário. Hoje em dia essa necessidade se perpetua, mas não é só o Santuário físico, mas o Santuário do coração da Mãe.
Desde quando ouvíamos sobre o Centenário, sentíamos o anseio de vivenciar o momento. Em casa, somos em 4 irmãs: e todas queriam ir. Com o tempo, as únicas que teriam disponibilidade seriamos eu e a Mariana. Mas apenas uma de nós iria. Sabíamos que quem teria que decidir seriam nossos pais, mas, quando não dava mais, com uma grande dor, eu decidi renunciar, para que ela pudesse ir. Mas foi aí que eu recebi uma mensagem da minha pequena (maior que eu) irmã: “TENHO UMA ÓTIMA NOTÍCIA!!!!!”. Eu, que não fazia grandioso Capital de Graça, que não entregava um buquê lindo de lirios, só uma florzinha, simples, pequena; e mesmo assim a Mãe fez tudo, providenciou tudo, passou à frente.
É como se eu fosse do presente ao passado, ao começo da história deste lugar, e ao começo da minha história. Eu só tenho gratidão e amor, mesmo não merecendo. Schoenstatt, já no meu coração, é um lugar bom de estar, e poder pisar nessa terra… ai, ai, ai, acho que não caiu, de verdade, minha ficha ainda.
Eu espero, e quero muito, compartilhar um mesmo querer com todas: de renovar toda a vida e a entregar inteiramente à Mãe, para que Ela possa me entregar nova nos braços do Pai, sempre nova, sempre em constante mudança, para cada vez mais assemelhar-me à Ela.” – Thálita Siqueira/Louveira-SP

 

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