Sempre Jufem – Que vocês sejam tão felizes quanto eu fui no meu tempo de Jufem

Minhas memórias de Jufem incluem muitas e muitas, infinitas alegrias! Tínhamos reunião uma vez por semana e pelo menos uma vez por ano passávamos horas numa van ou ônibus super felizes, indo pra Atibaia. Além do encontro, tinham as semanas de trabalho que uniam meninas de várias cidades para preparar o livro do ano ou para preparar os encontros. Nesses dias, ajudávamos na casa lavando louça, limpando os quartos, tínhamos momentos de oração no santuário…

Essas meninas maravilhosas com quem vivi minha juventude me mostraram com exemplos como ser uma pequena Maria, como viver uma vida de Ver Sacrum (Primavera sagrada) – compromisso que marcou a minha geração. Mais que isso, sei que Schoenstatt me formou inteiramente como pessoa, me ensinou que eu posso sempre trabalhar para ser alguém melhor e que a santidade é mesmo na vida diária, nas pequenas coisas. Conhecemos Schoenstatt como Apóstolas Luzentes de Maria em 1997 – eu e a minha irmã Danusa, que é minha companheira inseparável – e participamos da Jufem de 2000 até casar.

Nesse tempo, fomos dirigentes de um grupo de apóstolas que depois virou Jufem, e isso foi um grande presente na minha vida. Por elas eu me esforçava para ser um bom exemplo, rezava e trabalhava para que elas também pudessem ter no Santuário uma fonte de vida. Em Niterói sempre tínhamos que “colocar a mão na massa” pra conseguir dinheiro pros encontros: era barraca do milho, venda de rifas, almoços no santuário e por aí vai. Em 2010 passamos o ano inteiro fazendo e vendendo bombons para ir ao Nacional em Santa Maria. Junto com o chocolate derretido, oferecemos muitos capitais de graça e com certeza fortalecemos a amizade e a união entre nós. Ser Jufem não é fácil, mas é um presente muito grande pertencer a esse ramo.

Quando selei a Aliança de Amor aos quinze anos, não tinha ideia do quanto a Mãe de Deus poderia influenciar na minha vida, mas hoje sei que se não fosse por esse compromisso, eu não seria hoje a mulher que eu sou. Meninas que estão na Jufem ainda: aproveitem muuuuito esse encontro nacional! Vivam intensamente esses dias, porque isso nos fortalece muito na caminhada diária.

Quando estamos junto com outras Jufem’s percebemos que não estamos sozinhas em nossos ideais, e que viver em Aliança com Maria é algo possível e muito belo. Hoje estou casada e sinto saudades desses encontros! Agora estamos ingressando na Liga das Famílias em Niterói, e desse grupo também fazem parte algumas das minhas irmãs de grupo da Jufem.

Em Schoenstatt ganhei minhas melhores amigas e também o meu “José”. Nosso namoro foi construído com base no capital de graças: ele morava em Recife e eu no Rio, e tivemos que aprender na prática a fazer os sacrifícios e renúncias cujo valor conhecemos em Schoenstatt. Mas aprendemos também que vale a pena esperar e colocar-se sempre nas mãos de Maria! Se Ela está do nosso lado, passamos com segurança por qualquer tempestade. Estivemos em Schoentatt para o Centenário da fundação, e foi uma linda oportunidade de ver a nossa família reunida, agradecer à MTA por tudo, e pedir pela fecundidade do nosso Movimento.

Pra terminar, desejo que a Jufem cresça sempre em profundidade, que a Mãe de Deus possa contar com jovens fiéis e autênticas e que vocês sejam tão felizes quanto eu fui no meu tempo de Jufem!

Por Daniele Dantas Bastilho – Sempre Jufem Niterói

 

 

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