Sentido das celebrações do Tríduo Pascal

Querida Jufem!

Como jovens católicas, há anos participamos das celebrações do Tríduo Pascal. Estamos bem conscientes do seu significado e importância para nós?

O Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor começa com a Missa vespertina da Ceia do Senhor, possui seu centro na Vigília Pascal e encerra-se com as Vésperas do domingo da Ressurreição. É o ápice do ano litúrgico, porque celebra a Morte e Ressurreição do Senhor, “quando Cristo realizou a obra da redenção humana e da perfeita glorificação de Deus pelo seu mistério pascal, quando morrendo destruiu a nossa morte e ressuscitando renovou a vida” (Guia litúrgico Pastoral, p.11 extraído de Diretório Litúrgico 2018).

Celebrar a Páscoa da Ressurreição só faz sentido se participarmos de todas as celebrações do Tríduo. Há quem pergunte por que participar de uma Missa no sábado à noite, se já vamos na celebração da Paixão, na sexta-feira santa e na Missa do domingo de Páscoa.

Cada celebração do Tríduo Pascal contempla um mistério central da nossa fé, não são “uma celebração a mais”, mas compreendem o que há de mais essencial em nossa vida como católicos e não podemos deixar de participar de nenhuma. O sábado santo é, por assim dizer, a “mãe de todas as liturgias”, é a santa Missa mais importante do ano e seu simbolismo e conteúdo são riquíssimos. As três celebrações são como um retiro espiritual, que nos ajudam a mergulhar no mistério da nossa salvação e do imenso amor de Deus por nós, a ponto de enviar seu próprio Filho ao mundo, para sofrer e morrer por nossos pecados.

É importante preparar-nos bem para o Tríduo Pascal, não preocupar-nos demasiadamente com os preparativos exteriores da liturgia, dos ornamentos e símbolos, embora eles sejam importantes, mas concentrar nossa atenção no sentido mais profundo desse momento ápice da nossa fé, para crescermos mais e nos deixarmos impregnar de Cristo e de seu amor por nós.

O Pe. José Kentenich muitas vezes citava as palavras de São Paulo: “Ele me amou e se entregou por mim” (Gl 2,20)! Essa frase é chave para entendermos o sentido destas celebrações. Experimentar o amor de Cristo, que nos leva também a amar, não só com palavras, mas em obras e, às vezes, obras silenciosas, é o fruto que esperamos destes dias santos.

Como Jufem, participemos ativamente das celebrações, também da via-sacra e da vigília que nossas Paróquias oferecem. Quanto mais vivermos em Cristo, mais seremos Tabor para o mundo, sal e luz nos ambientes em que vivemos.

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