Ser JUFEM e estudante de Medicina, o nosso desafio diário.

Olá, JUFEM Brasil!

Somos Julia, Maria Clara e Suzana, e temos duas coisas em comum: somos estudantes do 5º ano de Medicina da UEL e integrantes da Juventude Feminina de Ibiporã e Londrina. Vamos contar para vocês um pouco da nossa história e da vivência na Universidade.

Entrar na faculdade é sempre um novo desafio aos jovens, e até passarmos no vestibular vivemos um período marcado por muito estudo, estresse e insegurança.  Mas nós tínhamos um grande diferencial, contávamos com a nossa fé prática na Divina Providência, vivência da Aliança de Amor e com a companhia do nosso Fundador, Pe. José Kentenich, por meio da oração para sua canonização, que nos ajudaram a crer que conquistaríamos a nossa tão sonhada vaga no tempo certo.

Em 2011, tivemos a nossa grande conquista e foi uma alegre surpresa ter na turma de faculdade pessoas com os mesmos ideais! De início, não nos conhecíamos muito bem, mas nos aproximamos por sabermos que participávamos do mesmo ramo. Com o tempo, a amizade foi se fortalecendo, aos poucos, conquistamos novas amizades e começamos a nos familiarizar com a prática médica.

Assim como é nos primeiros anos de qualquer curso de faculdade, para nós não foi diferente, as novidades eram muitas e conhecemos um ambiente caracterizado pela diversidade de pessoas, ideologias e objetivos, o que muitas vezes colocou em prova nossos valores. Porém, a nossa formação baseada na pedagogia de Schoenstatt nos auxiliou a conviver neste contexto de forma orgânica e integral, ou seja, nos mantivemos firmes no que acreditamos, não deixamos de nos divertir e participar das atividades acadêmicas, preservando o nosso estilo de vida.

Atualmente, nos dois últimos anos do curso, passamos pelo chamado internato, uma fase na qual fazemos estágios nas mais diversas especialidades médicas e lidamos diretamente com os pacientes, exercendo a medicina. Agora, nos encontramos de frente com as problemáticas envolvendo vida X morte, saúde X doença, profissional X ser humano, sentimento X imparcialidade, fé X descrença. Naturalmente, não é fácil enfrentar situações como essas. Além de tentarmos nos colocar no lugar do outro, vemos cada pessoa/paciente como presença de Deus, por isso, nos colocamos como instrumentos dispostos a cooperar com os Seus planos e compreendemos que cada acontecimento é um propósito divino em nossas vidas, tanto para amadurecimento profissional quanto pessoal.

Portanto, temos a plena certeza de que nunca estamos sozinhas, ofertamos tudo ao Capital de Graças e quando chega o cansaço ou bate o desespero, sabemos que a Mãe nos espera no Santuário de braços abertos e renova as nossas forças para continuarmos a nossa missão.

Escrito por: Julia Martins, Maria Clara Marques e Suzana Guariente

 

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1 Comentário em "Ser JUFEM e estudante de Medicina, o nosso desafio diário."

  1. Maria Clara Lovato | 12 de maio de 2015 at 19:35 | Responder

    Obrigada pelo testemunho meninas! Estou no mesmo caminho, ainda no segundo semestre e é sempre bom ver o nosso ideal da Jufem não só sobrevivendo, mas também gerando muitos frutos no ambiente em que convivemos. Abraço desde Santa Maria

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