Vede a primeira vela arder!

“Então é Natal, e o que você fez, o ano termina e começa outra vez…”

Querida Jufem, antes de chegarmos nesta parte da canção, temos o último mês do ano para vivenciar, 2017 está chegando ao fim… como passou rápido! Que bom encerrarmos o ano com um tempo marcado pelo anseio da vinda do Salvador, o advento.

Encerramos o ano litúrgico com a festa de Cristo Rei do Universo e agora queremos iniciar uma nova etapa, até mesmo em nossas vidas. A espera pela Salvação vai lentamente nos transformando, assim como a Mãe de Deus em seu Santuário de graças, Ela educa-nos e transforma-nos em novos homens.

No dia de hoje ressoa em nosso coração o trecho da carta de São Paulo aos Romanos: “Irmãos, sabei que chegou a hora de despertar do sono. Deixai as obras das trevas e revesti-vos de Cristo! Despertai do sono!”…Rom 13,11-14

Sobre qual sono se refere esta passagem? Para nós, pode ser, o sono do desinteresse, o sono da falta de responsabilidade, o sono do desânimo. Querida Juventude Feminina de Schoenstatt, não deixemos que passe mais um tempo do advento no sono, sem despertar para o verdadeiro sentido do Natal, o nascimento de Jesus.

“O Senhor está pra chegar, já se cumpre a profecia!”

Como queremos nos preparar para a vinda do Salvador? Que tal escrevermos uma carta agradecendo por este ano especial?! Talvez não seja um costume pra você escrever carta, mas, pense bem… o Menino Jesus teria grande alegria de receber uma carta de gratidão por tudo o que Ele presenteou no decorrer deste ano.

Já sei como começar a escrever a minha carta e você?!

Desejo para cada uma que este advento seja um tempo de espera, um tempo de solidariedade, de amor, de alegria pois o Messias vem, que ao acompanhar Maria neste advento possamos assumir verdadeiramente a essência do nosso ser!

Com o Pe.Kentenich rezamos no Rumo ao céu: “Teu Santuário é nosso Belém que, pelo despontar do Sol, agrada a Deus. Ali, deste virginalmente à luz o Senhor que te escolheu por Esposa e Mãe; em tua fecundidade admirável, nos trouxeste o Sol da Justiça.” Nº186 e 187

 

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