Regional: Sul

Data de Fundação: 1977

                Com a formação de um grupo de casais, em 1977, almejou-se formar o primeiro grupo da Jufem com as filhas dos casais. Esse desejo concretizou-se com a permanência definitiva da primeira irmã de Maria nessa diocese (Ir. M. Reginalda), que assumiu o cargo de coordenadora da catequese.

                De 1977 até 1980 o grupo “Prisioneiras de Maria” se preparou para a primeira Aliança de Amor da diocese, que aconteceu em 1980. Já no ano seguinte a Jufem conquistou o primeiro Santuário-lar e a coroa. Em 1982, centenário do Pai e Fundador, as meninas elaboraram um símbolo: uma espada e duas alianças, simbolizando a entrega e amor que Kentenich dedicou à Schoenstatt. Em 1983 uma tradição surgiu: o Encontro Menina Moça. Até hoje as meninas iniciam na Jufem a partir desse retiro. Em 1989 a Jufem conquistouo Coração Lirial, seu símbolo. O coração azul representa o amor da Mãe de Deus por nós e o lírio representa que somente se nos deixarmos envolver por este amor, teremos um coração Lirial. No lírio ainda vemos o Santuário (ponto de contato), os raios (que formam a cruz transfigurada do Tabor) e o sinal dourado da Aliança.

                Em 02 de julho de 1995, para celebrar os 15 anos da Jufem, aconteceu a instituição do Santuário Lar da Juventude na catedral da cidade. Dois anos depois, em 20 de janeiro de 1997, duas jovens entregam Carta Branca e assumem-se membros.

                No ano de 1988, a Família de Schoenstatt inicia a conquista do Santuário filial da cidade. Em 18 de outubro daquele ano aconteceu a bênção do terreno para o futuro Santuário e primeira missa celebrada no local. Um grupo da Jufem selou sua Aliança nesse dia. Continuando na conquista, em 2000, começaram as romarias mensais da Catedral ao terreno do Santuário. A Família diocesana empenhou-se na descoberta do ideal do Santuário. Neste Santuário a família assumiu consciente a missão Tabor. Assim, e com muitas outras iniciativas, surgiu o nome “Tabor Porta do Céu”, lugar onde o céu toca a terra revelando as glórias de Cristo e de Maria.

                A conquista de 2003 marca de modo especial a vida do ramo. As meninas conquistaram o Olho do Pai para o Santuário. Este símbolo tem a mesma forma do que está destinado ao Santuário Original, porém com uma característica própria da nossa região. Ele é feito inteiro com pedra ametista, retiradas das jazidas de Ametista do Sul, a capital mundial da pedra ametista, localizada no território de nossa diocese.

                Dois anos depois, a Jufem o jubileu de 25 anos e a coroação de Santuários-lares. Todas as entregas floresceram e nos anos seguintes a Jufem cresceu, se fortaleceu e participou diretamente na fundação da Jufem em outras cidades da Diocese.

                Em 18 de agosto de 2007 as Apóstolas de Maria da cidade celebraram os 80 anos de seu ramo no Brasil. Na data presentearam o Santuário com um quadro da MTA para substituir o antigo. No novo quadro cada Apóstola assinou seu nome marcando presença nos 80 anos de história.

No ano seguinte o Santuário inaugurou a Fonte das Três Graças, representando as graças de Schoenstatt (abrigo, transformação e Apostolado). No mesmo ano, durante o retiro de dirigentes da Diocese, cada dirigente assinou livremente o compromisso com a canonização do Pai Fundador. Oito grupos selaram Aliança de Amor naquele ano e estiveram muito envolvidas na conquista da estátua do Pai, que aconteceu em 2009. Ainda em 2008 a Jufem coroou a Mãe de Deus como “Rainha da Luz no Reino dos Lírios”. A coroação foi preparada pelas Apóstolas, que conquistaram durante todo o ano, as virtudes de Maria representadas por pedras na coroa.

                Em 2018 a Jufem inaugurou o Monumento dos Heróis. Com estudo e contribuições ao Capital de Graças, as meninas conheceram mais os heróis para os terem como espelho. Os escolhidos para o monumento foram: José Engling, M. Emilie Engel, Bárbara Kast, Regininha e João Luiz Pozzobon.